• RSS
  • Orkut
  • Twitter
just a silly song about you .

Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start blogging!Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. Quisque sed felis. Aliquam sit amet felis. Mauris semper, velit semper laoreet dictum, quam diam dictum urna, nec placerat elit nisl in quam. Etiam augue pede, molestie eget, ...

Beautiful dangerous .

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. Quisque sed felis. Aliquam sit amet felis. Mauris semper, velit semper laoreet dictum, quam diam dictum urna, nec placerat elit nisl in quam. Etiam augue pede, molestie eget, rhoncus at, convallis ut, eros. Aliquam pharetra. Nulla in tellus eget odio sagittis blandit. ...

have you just given up?

Here's an mp3 file that was uploaded as an attachment: Juan Manuel Fangio by Yue And here's a link to an external mp3 file: Acclimate by General Fuzz Both are CC licensed. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. Quisque sed felis. Aliquam sit amet felis. Mauris semper, velit semper laoreet dictum, ...

i tried to say: i'll be there .

Some block quote tests: Here's a one line quote. This part isn't quoted. Here's a much longer quote: Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. In dapibus. In pretium pede. Donec molestie facilisis ante. Ut a turpis ut ipsum pellentesque tincidunt. Morbi blandit sapien in mauris. Nulla lectus lorem, varius aliquet, ...

ippen shindemiru .

I'm just a lowly contributor. My posts must be approved by the editor.Mauris semper, velit semper laoreet dictum, quam diam dictum urna, nec placerat elit nisl in quam. Etiam augue pede, molestie eget, rhoncus at, convallis ut, eros. Aliquam pharetra. Nulla in tellus eget odio sagittis blandit. Maecenas at ...

Posted by . - - 2 comentários

Capítulo 5 - Mistério

Ami estava em frente ao fogão apoiada com as mãos no mesmo enquanto a água fervia na caneca, enquanto Claire e eu trocávamos algumas carícias e palavras românticas. Mesmo entretido com ela, eu não pude deixar de notar o olhar distante e triste de Ami, observando o sol se por entre as montanhas de Kamarugo - os primeiros sinais da escuridão começavam a aparecer - e os pássaros voando pelo céu de volta aos seus ninhos, dando seus últimos cantos do dia. Claire desentrelaçou suas mãos das minhas e repousou sua cabeça em meu ombro, suspirando com um sorriso meigo ainda imóvel em seu rosto. Ami sacudiu a cabeça como que para se livrar dos pensamentos que a deixavam naquele estado e girou o botão do fogão, desligando o fogo que fervia a água para o café.
- Vocês vão passar a noite aqui hoje. - Ordenou ela enquanto pegava uma faca afiada para abrir o saco de café em pó.
- Mas eu prometi para a minha mãe que passaríamos a noite com ela e com meu pai. - Repliquei.
- Ótimo, então Claire ficará comigo e você pode ir para a casa de seus pais. - Claire desencostou sua cabeça de mim e endureceu sua coluna, tentando compreender a mãe. - Afinal, estou morrendo de saudades dela. - Continuou ela abrindo um sorriso alegre e espontâneo que fez todas suas rugas explodirem em seu rosto, como se isso fosse disfarçar o que ela realmente queria. O que nenhum de nós dois sabíamos o que realmente era.
- Tudo bem, mãe. Eu fico com você hoje, ainda quero ver meu pai e Hideki precisa ir daqui a pouco.
- Não. - Interrompi - Eu vou ficar com você, amor. - Passei meu braço em suas costas e olhei para Ami - Vou ligar para os meus pais, acho que eles não vão se importar, vocês são vizinhos mesmo.
- Ótimo, acho melhor assim. - A Sra.Kinoshita terminara de preparar o café e o depositou em uma cafeteira cuidadosa e lentamente. Abriu uma gaveta no balcão e apanhou uma toalha branca, estendendo ela sobre a mesa.
- Onde dormiremos, mãe? Ainda tem o meu quarto aqui?
- Não, meu anjo. O seu quarto virou um depósito de bugigangas do seu pai. - Respondia ela enquanto pegava um pote grande de bolachas doces no armário. - Parece que pegou mania de colecionar tralhas depois de velho. - Revirou os olhos bufando, colocando o pote sobre a mesa.
- Aliás, aonde é que ele está mesmo? - Me intrometi descaradamente no assunto.
- Ele está... Ele está com os amigos. - Ela abriu a sacolinha onde coloquei as cerejas e as despejou em um pote pequeno de vidro, colocando elas na geladeira. - Vocês podem dormir no sofá da sala, é pequeno, mas como está frio não vai ser um problema vocês dormirem apertadinhos. - Percebi que mudou de assunto rapidamente. Ela soltou uma risadinha maliciosa e Claire colocou a mão na testa, suspirando um pouco envergonhada.
- Ai, mãe! Como a senhora é, hein? - As duas começaram a rir juntas e eu me envolvi nessa, mas na verdade eu não estava rindo, estava preocupado.
O véu negro da noite acabara de recair. Ela e eu estávamos deitados em um sofá velho de couro marrom assistindo à um programa de videoclipes - a televisão estava em péssimas condições, por isso eu nem estava prestando muita atenção, o que valia era estar junto de Claire -, cobertos com uma manta bege e confortável. Coloquei minha mão suavemente em sua barriga e puxei-a mais junto do meu corpo, encostando meus lábios em seu cangote. Seus olhos estavam começando a pesar e desliguei a televisão, relaxando meu corpo e grudando meus olhos.
Comecei a pensar em todos os fatos que estavam cercando a cidade. Primeiramente a velhota misteriosa que aparecia e sumia, o que me deixava com muito medo, era como se ela pudesse se teleportar ou entrar em uma espécie de portal dimensional, ou então era apenas um espírito - o que era um pouco comum aqui. Depois Manami, a florista que perdeu toda sua família em um acidente e caiu em depressão psiquiátrica forte, mas parece que isso não foi um problema, pois dias depois parecia estar curada e mais feliz do que o normal. Além disso, a viúva envelhecera precocemente em míseros dez anos, e mesmo estando se demonstrando feliz, estava mergulhada e perdida em uma profunda tristeza e arrependimento.
Claro, os homens da cidade que fugiam como presas de seu predador. Ainda era um mistério para mim, eram muitos. Eram mais ou menos quinze. E um deles havia sido raptado. Acabei decidindo que logo pela manhã, assim que o sol desse as caras eu iria à delegacia da cidade e denunciaria. Providências quanto àquilo deveriam ser tomadas. Não poderia cruzar meus braços e continuar assistindo pessoas sendo perseguidos sabe lá pelo quê.
O interruptor da sala fez um "clique" e a luz se acendeu, penetrando em minhas pálpebras rapidamente, o que fez abrir meus olhos. Levantei apenas meu tronco apoiando minha mão direita no braço do sofá e, com a esquerda, fiz uma concha para proteger os meus olhos da luz, acima das sobrancelhas e, com dificuldade, percebi que a figura que estava em pé ao lado da porta era Daisuke, o senhor da família Kinoshita, o pai de Claire. Meu sogro. Seus olhos fixaram-se nos meus e um sorriso lentamente foi aflorando em sua boca, seus dentes eram brancos como a neve e por isso eu costumava chamá-lo de Yuki, que quer dizer neve. A pele enrugada e o cabelo grisalho não mudaram desde a última vez que o vi. Era um grande amigo meu, talvez, o meu melhor amigo. Por um breve momento seus olhos correram em direção a filha, mas logo voltaram para mim. Estavam arregalados e mais pretos do que nunca, enquanto tirava suas sandálias para entrar em casa. Me ergui mais um pouco tomando cuidado para não incomodar o sono de Claire e me retirei do sofá, ficando em pé em frente do mesmo - esticando o meu corpo discretamente - com minha bermuda azul-marinho de dormir. Somente de bermuda, o que era um tanto que constrangedor. Seus braços se levantaram lentamente e logo sua voz estrondosa ecoou pelo ambiente:
- Meu rapaz! Mas que surpresa! - Me aproximei dele mais um pouco e o abracei, sentindo toda sua positividade correr em meu corpo. Naquele momento, ao sentir toda essa sensação, me perguntei por que eu ficara mais feliz e confortável em me reencontrar com Daisuke do que com meus próprios pais.
- Como você está, Yuki? É bom vê-lo novamente!
- Estou velho demais, meu filho. Para ser sincero já estou fazendo hora extra na Terra. Mas na verdade ainda tenho muito o que fazer, e só vou partir quando tudo estiver no lugar. - Ainda com o sorriso no rosto, sua mão larga, e ao mesmo tempo frágil, repousou em meu ombro. Era bastante bonito e grande para um senhor de setenta e poucos anos. Ele olhou para Claire e sorriu discretamente, dando um suspiro.
- Quando tudo estiver no lugar?
- Sim.
- O que você precisa resolver?
- Bem, meu filho... Isso pode te deixar um pouco assustado, mas eu e a mãe de Claire...
- Daisuke! Você chegou! Estava começando a ficar preocupada! - Ami apareceu na sala interrompendo completamente o que Daisuke dizia.
- Ami, você sabe que meu trabalho é estressante. E olá para você também. - Respondeu ele.
- Mas você não estava com seus amigos? - Mais uma vez me intrometi em assuntos familiares.
- Eu? - Ele olhou para Ami que lhe balançou a cabeça positivamente. Óbvio que era mentira. - Sim... É, eu estava! Estava jogando poker!
- O seu trabalho deve ser estressante mesmo, hein? Você chega a pensar que está trabalhando enquanto se diverte. - Disse isso rindo, fingindo acreditar na mentira descarada dos dois. Ami e ele se entreolharam e sorriram para mim.
- Preciso de um banho quente e relaxante. Se me dão licença, preciso ir. - Disse Daisuke.
- Eu já aqueci a água da banheira, querido.
- Obrigado, Ami. Boa noite, Hideki. - Ele deu meia volta e seguiu pelo corredor em direção ao seu quarto.
- Ele praticamente está a mesma coisa desde a última vez que o vi. - Comentei.
- É verdade, ele é um homem bastante forte.
- Antes de você entrar ele ia me contar algo sobre você e ele, e que poderia me deixar um pouco assustado de início. - Tomei coragem e retomei aquele assunto, eu estava curioso demais. Ela paralisou e fechou sua mão com força, um pouco nervosa.
- Hideki, eu estou cansada. Conversamos sobre isso amanhã, ok? Os três. - Ela sorriu amigavelmente - Boa noite!
- Boa noite, Ami. - Enquanto ela ia para o quarto, eu apagava as luzes e me deitava novamente no sofá com Claire, impaciente.
[ Leia Mais ]